quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dalai Lama afirma que meio ambiente é mais urgente que a crise política


capa.jpg

Segundo o documento, o Lama acredita que os tibetanos pode esperar alguns anos, a natureza não / Foto: kris krüg

Um documento publicado no site WikiLeaks e divulgados na última sexta-feira, 17 de dezembro, pelo jornal britânico The Guardian, revela que o Dalai Lama afirmou a diplomatas norte-americanos que a comunidade internacional deveria focar nas mudanças climáticas, em vez de nos problemas políticos do Tibet.

Na declaração feita em 2009, o líder espiritual diz que os problemas ambientais são mais urgentes.

O budista falou ao embaixador americano na Índia, Timothy Roemer, que “agenda política deveria ficar à margem por cinco ou dez anos e a comunidade internacional deveria mudar seu foco para a mudança climática no planalto tibetano”.

“A fusão das geleiras, o desmatamento e o aumento dos casos de água contaminada pelas mineradoras são problemas que não podem esperar. No entanto, os tibetanos podem aguardar cinco ou dez anos por uma solução política”, diz a mensagem diplomática.

Apesar de já ter levantado a bandeira ambiental diversas vezes, Dalai Lama nunca havia sugerido que as questões políticas poderiam ficar em segundo lugar, nem falou de qualquer escala de tempo com tanta precisão.

Ainda de acordo com o The Guardian, durante o encontro com o embaixador americano, o Lama criticou a política energética da China ao lembrar que a construção de uma represa no Tibete deslocou milhares de pessoas e deixou templos e mosteiros embaixo d’água.

Ao final do encontro, o monge ainda fez um apelo a Roemer, afirmando que o Tibet é uma nação que está morrendo, e que precisa da ajuda dos Estados Unidos. [EcoD]

sábado, 18 de dezembro de 2010

Formatura

Hoje, 18 de dezembro, estão de parabéns os alunos das turmas 3001, 3002, 3003 e 3004.
É o fim de um ciclo, a conclusão do ensino médio. O blog estará presente à solenidade e depois faremos aqui os comentários. Até lá e mais uma vez: PARABÉNS FORMANDOS!!!!!!!!!!!

Por favor, mandem fotos da formatura para postarmos aqui neste espaço.
Temos dois endereços para que vocês possam enviar as fotos:
herciliamoret@gmail.com
sylviocf@gmail.com

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Declaração Oficial da Delegação Brasileira na COP-16

COP 16 - Cancún

ruim regular bom ótimo excelente





14/12/2010 - Fonte: Redação MMA

O Brasil tem a honra de ter participado deste esforço bem sucedido em Cancun no impulso global na luta contra as mudanças climáticas. O trabalho árduo de todos os participantes da COP-16 demonstrou que uma abordagem multilateral pode dar certo quando há transparência, inclusão e compromisso.

Depois de muitos anos de esforços e duas semanas intensas de negociações, o Brasil está especialmente satisfeito com o fato de a comunidade internacional ter encontrado uma solução para as profundas divergências em relação a uma segunda fase de compromissos do Protocolo de Quioto. Foi uma honra para nós ter trabalhado em parceria com o Reino Unido na co-presidência das negociações desse contencioso a pedido da presidência mexicana. Acreditamos que o Protocolo é essencial para que o impacto sobre as mudanças climáticas seja significativo, e apoiaremos a prossecução dos esforços para o estabelecimento de um compromisso legalmente vinculante.

Problemas globais demandam soluções globais, e o Brasil está comprometido em fazer sua parte a fim de garantir a construção de uma economia de baixo carbono no futuro.

Conferência do Clima da ONU, em Cancún, termina sem grandes avanços

13/12/2010 - 10:44

fonte: G1/ Greenpeace

Alterar o tamanho da letra A+A-

Como já era previsto, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16), em Cancún, no México, terminou sem grandes avanços. Após 12 dias de negociações, ainda não se sabe qual será o substituto para o Protocolo de Kyoto, que termina em 2012 (e, diga-se, é o único instrumento legalmente vinculante (de cumprimento obrigatório), em que países desenvolvidos se comprometem a reduzir suas emissões de gases causadores de efeito estufa).


Também não se definiu como serão distribuídos os recursos financeiros prometidos na COP15, em Copenhague, para que os países em desenvolvimento se adaptem às mudanças climáticas. Sabia-se, antecipadamente, que um segundo período do Protocolo de Kyoto não seria acordado em Cancún (já que o rascunho não prevê isso).


O grupo que negociava a segunda fase de compromisso era liderado pelo Brasil e o Reino Unido. O texto apresentado reafirmava a necessidade da renovação do protocolo, a tempo de não permitir que os países desenvolvidos ficassem sem metas de redução de emissão de gases-estufa. Ficou para a próxima COP. Para o negociador-chefe brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, "quando está num momento ruim de uma negociação, você não a termina; você adia para dar mais tempo para buscar uma saída melhor", disse.


A COP 16 do México aprovou um pacote de decisões sobre ações para enfrentar as causas e efeitos das mudanças climáticas, apesar de a Bolívia ter rejeitado os rascunhos propostos. Entre as principais medidas aprovadas está a da criação de um Fundo Verde, um mecanismo para que os países ricos ajudem financeiramente os mais pobres na luta contra as mudanças climáticas. "Criou-se o mecanismo de adaptação (dos países em desenvolvimento às mudanças climáticas); o REDD (mecanismo de pagamento por conservação de florestas) está colocado; o comitê do fundo de adaptação foi criado", exemplificou a ministra brasileira do meio Ambiente, Izabella Teixeira.


A chanceler mexicana Patricia Espinosa, presidente da COP, foi aplaudida durante a reunião final, após a decisão de convidar pares de países, sempre um desenvolvido com um em desenvolvimento, para liderar a resolução dos pontos mais complicados das negociações.

COP 16 CANCÚN


- O Estado de S.Paulo

O que salvou a décima sexta conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, concluída na madrugada de domingo no balneário mexicano de Cancún, foi o fracasso da reunião anterior, em Copenhague, há um ano. Da COP-15, conforme a terminologia oficial, se esperava que os quase 200 países participantes - a começar dos que mais lançam na atmosfera dióxido de carbono (CO2) e outras substâncias causadoras do aquecimento global, como os Estados Unidos e a China - enfim se comprometessem com metas obrigatórias de redução dos chamados gases estufa.

Para que o aumento da temperatura terrestre não ultrapasse o limite considerado manejável de 2°C no fim do século, os cientistas convencionaram que o ponto de partida seria diminuir em 9 milhões de toneladas de CO2 o volume de emissões previsto para 2020. Mas o diálogo de surdos entre as potências industrializadas e as economias emergentes sobre o que deveria tocar a cada qual para se chegar a esse objetivo conduziu Copenhague a um fiasco desalentador. O desastre colocou em xeque o próprio princípio da ação conjunta da comunidade internacional, sob a égide de ONU, para o combate à degradação do clima.

Cancún serviu para dar uma sobrevida ao processo. Dali não saiu nenhuma decisão com resultados palpáveis para a contenção das emissões nem tampouco os grandes poluidores mudaram de atitude diante do problema global pelo qual são os principais responsáveis. Os Estados Unidos, pior ainda, retrocederam. Com a hegemonia republicana no Congresso, conseguida nas recentes eleições de meio de mandato, não há hipótese de passar a Lei do Clima apresentada pelo presidente Barack Obama no início do seu governo. É uma situação que convém à China, onde o desenvolvimento a qualquer preço ainda é a regra.

No entanto, notadamente graças à chanceler mexicana Patricia Espinosa, presidente da COP-16, a conferência acabou aprovando um "pacote de intenções" - os Acordos de Cancún - cuja principal virtude é a tentativa de romper a inércia de Copenhague, restabelecendo assim a confiança na abordagem multilateral da crise climática. "É um novo começo", resumiu a diplomata costa-riquenha Christiana Figueres, secretária executiva do evento. Quanto ao alcance do que se decidiu, melhor falar em intenções do que em fatos consumados, porque do papel à prática haverá léguas a percorrer.

Tome-se, por exemplo, o Fundo Verde do Clima, resgatado dos escombros da COP-15, pelo qual os países ricos foram "convidados" a ajudar os mais pobres a se defender do efeito estufa - os termos usados pela ONU são mitigação e adaptação. Seria algo como US$ 30 bilhões a serem desembolsados nos próximos dois anos, aumentando gradativamente até o patamar de US$ 100 bilhões anuais em 2020. Nada se resolveu sobre o montante esperado das potências industriais, individualmente nem sobre os mecanismos de transferência. Ficou definido apenas que parcela "significativa" desses recursos será gerida "provisoriamente" pelo Banco Mundial, sob o controle de uma comissão de 24 países.

Outra intenção auspiciosa foi a de reanimar o programa chamado Redução nas Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (Redd). Trata-se de pagar para manter árvores em pé - o desmate representa 15% do aquecimento global. E o mundo terá ainda um ano para decidir, na COP-17, em Durban, África do Sul, se prorroga o Protocolo de Kyoto, de 1977, que expira em 2012. O acordo, rejeitado pelos Estados Unidos, estipula que os desenvolvidos devem fazer mais e gastar mais pela redução das emissões de CO2.

Por vias tortas, Cancún relativizou um dos maiores entraves a medidas de proteção climática - a exigência de que sejam aprovadas por consenso. Baseada nisso, a Bolívia, solitariamente, tentou abater o Redd, sob a alucinada alegação de que, ao pagar para preservar as florestas, a humanidade estaria subsidiando a "perenização do capitalismo". A tentativa de bloquear o programa foi fulminada pela presidente Patricia Espinosa. Sob aplausos unânimes ela estabeleceu que "consenso não significa unanimidade". Os delegados dos países mais pobres e vulneráveis foram os que mais aplaudiram.

2010 Retrospectiva em flashes 1(C. E. Hercília Moret)

































2010 foi mesmo um marco divisório na história do Colégio Hercília Henriques Moret,muitas coisas aconteceram: a nossa sala de leitura, a criação do grupo "Os Leitores", o laboratório de informática, a reorganização da biblioteca, as caminhadas ecológicas com a Profª Adriana, de Educação Física, a festa junina, a comemoração do dia do estudante, o tênis de mesa, o totó, o halloween com a profª Etelvina, a criatividade e dedicação do Prof. Paulo, de química, da Profª Taís, de Língua portuguesa, a olimpíada, o trabalho com fotografia da profª Regina Lustosa e seus alunos, a criação das obras de arte dos alunos da Profª Adriana (artes), que agora alegram as dependências do colégio, a implantação dos vários cursos do "Mais Educação"... e tantas outras atividades... Mas o mais importante é que nossa autoestima elevou-se, o "astral" está mais alto!!! Estamos encerrando o ano com a alegria da missão cumprida e a promessa de um próximo ano ainda melhor! Parabéns a todos e todas, perdão pela omissão de tantos nomes, mas toda a equipe está de parabéns, diretoras, funcionários, merendeiras (hummm) que fizeram a alegria com a delícia dos seus pratos e dos cheirinhos que vinham lá do refeitório nos convidando...e principalmente PARABÉNS AOS ALUNOS QUE SÃO A CAUSA DA NOSSA EXISTÊNCIA!!!

A partir de agora, vamos fazer uma retrospectiva com imagens de nossa convivência em 2010.

Profª Regina e as fotos da turma 1004








O projeto se chamou PHOTOFLASHES e foi feito com a turma 1004. Muitos termos usados em fotografia são em inglês: close, zoom, pinhole, flash etc., daí a relacão com as aulas. Noções básicas foram dadas na sala e outras práticas em outros lugares e ao ar livre. Todas as fotos são dos alunos que também redigiram as legendas em inglês para uma exposição no final do ano.
Regina Lustosa

Comentário do blog: Maravilha de trabalho! É isso aí Regina e turma 1004! Assim é que se faz uma escola viva e criativa. Essa iniciativa foi mais uma das boas coisas deste ano de 2010 que foi um ano que marcou a história da evolução do nosso colégio. Parabéns para vocês!!!